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Mostrando postagens de junho, 2017

Diário de bordo, Rodrigo Mattos: A cidade das bicicletas

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2016 foi um ano peculiar. Para muitos, um ano para esquecer, para outros, inesquecível. Para mim, foi um grande ano! Apesar de ter motivos para me lamentar, mas escapar ileso de um desmoronamento e conhecer Copenhagen, são motivos suficientes para agradecer! Conhecer Copenhagen, participando de um Master Class sobre infraestrutura urbana, voltado para o ciclismo, foi fundamental para minha dissertação de mestrado e acabei colocando a cidade como um dos lugares que preciso voltar. Adorei a cidade, o povo, seus costumes, sua educação e civilidade. Um pouco do que aprendi e vivenciei está no vídeo em anexo, foi uma semana de muito pedal, novas amizades, novas experiências, uma nova concepção sobre a cultura ciclística e como fazer para difundir essa cultura sem perder a identidade local. Espero que curtam o vídeo. Até a próxima! --- 2016 was a peculiar year. For many, an year to forget, for others, unforgettable. For me, a great year! Despite having enough reasons to lament, b...

Diário de bordo, Fabiano Dias: Caminhando por aí...

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Em paralelo ao Walk2Bike, enquanto professor de Arquitetura e Urbanismo que se mistura com minha profissão primeira de Arquiteto-Urbanista, desenvolvo algumas pesquisas teórico-práticas, e uma delas, é exatamente essa vontade "louca" 😛😵 de caminhar pela cidade que está no sangue de todos arquitetos que amam o que fazem. Fazer arquitetura sem conhecer o lugar de sua inserção é um dos erros mais drásticos para um arquiteto que se diz e assina Urbanista (com o U grandão!). Essa comichão que dá no pé de todo Arquiteto-Urbanista, seja ela uma coceirinha que te lembra "É hora de andar!" ou aquela, que da dormência de tanto andar 😀, faz parte do processo projetual do desenvolvimento da arquitetura, urbanismo e paisagismo, as três grandes áreas ou disciplinas do profissional Arquiteto e do fazer a cidade pelas mãos do mesmo, de forma integrada. Perlustrar a cidade com os olhos ou com todo seu corpo e sentidos é base para entender as nuances do espaço urbano, seus lug...

Diário de bordo, Fabiano Dias: Aventura pós-gripe.

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Estou saindo de uma gripe (pós-vacina anti-gripe) e aproveitei essa manhã de domingo, de sol ameno, para dar uma pedalada com minha retrô e desopilar o pulmão congestionado  (rapaz...funciona!). Como de costume, a Av. Dante Micheline da Orla de Camburi, em Vitória, fica parcialmente interditada para os carros, tornando-se um grande espaço público que completa o calçadão da Orla, livre para caminhadas, padaladas, passeios com as crianças e famílias, skates, patins etc. Padalei. Fui no fluxo. Cortei a orla toda, saindo de meu apê em Jardim Camburi e como estava (estranhamente) animado, decidi ir além... Seguindo o fluxo, atravessei a ponte de Camburi em direção à Enseada do Suá. Para os que não conhecem a história da Ilha de Vitoria, tanto a ponte de Camburi com a oposta a ela no canal, a ponte da Passagem, delimitam a Ilha de sua parte continental, que começou a ser ocupada com maior densidade a partir da década de 1970. Atravessando a ponte, passei pelas Praças dos Namorados ...

Diário de bordo, Fabiano Dias: Seguros para um mundo inseguro...

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Nessa semana, um jornal local da TV aberta abordou sobre os furtos de bicicletas na região da Grande Vitória. Em sua segunda matéria, falou sobre aplicativos de registros de bicicletas que usuários estão utilizando ou indicando, inclusive com o aval da Prefeitura Municipal de Vitória, com seus guardas municipais utilizando um desses aplicativos para averiguação de furtos de bikes. Desde que comprei minhas duas bikes (e doei a minha velinha), utilizo um desses aplicativos, com ambas registradas. É um registro pago, barato, via o site de registro nacional (localizado em Brasília) que te envia um selo com QR Code de seu registro. No site você registra todos os dados da bike e suas cararcterísticas, por escrito e por fotos. É algo que vai garantir que minhas bicicletas não sejam furtadas? Não, mas pelo menos (e espero que assim seja) faça o sujeito pensar duas vezes antes de fazê-lo. Ao mesmo tempo, isso é algo sintomático de nossa realidade brasileira:  precisa...